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Euro 2020: Bélgica-Portugal, 1-0 (destaques)

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A FIGURA: Thorgan Hazard

O menos famoso dos irmãos Hazard passou despercebido até ao minuto 42, quando surgiu solto de marcação a disparar forte, mas não muito colocado, num lance em que Rui Patrício poderia de ter feito melhor. Um golo decisivo do ala, umas vezes extremo outras lateral, que fez todo o flanco esquerdo, tal como Meunier do lado oposto. Foi sobretudo através deles que os belgas mostraram a capacidade de ter muitos jogadores a atacar e manter eficiência a defender, com uma linha de cinco. No segundo tempo, o jogador do Borussia Dortmund concentrou-se sobretudo em defender, saindo já nos descontos para o aplauso dos adeptos dos «Diabos Vermelhos». Queres fazer apostas desportiva seguras ? Dá uma vista de olhos na nossa análise da casa de apostas da ESC Online e decide por ti próprio.

O MOMENTO: minuto 84. Guerreiro esbarra no poste

Rúben Dias tinha acabado de aparecer em zona de finalização e viu o cabecamento ser parado pelas mãos de Courtois. Logo a seguir, Guerreiro descobriu um caminho para desviar a bola do guardião belga, mas a bola acabou por embater no poste. Se Portugal não marcou ali, ficou a sensação que não marcaria mais. Um momento de muito azar a marcar a despedida da Seleção Nacional do Euro 2020.

OUTROS DESTAQUES:

Renato Sanches

Se Portugal melhorou neste Europeu, depois do jogo com a Alemanha, foi muito por culpa da sua entrada na equipa. Renato traz pujança ao meio-campo da Seleção. É um jogador de rédea solta. Uma locomotiva em campo. Foi sobretudo por ele que esta noite a equipa conseguiu chegar-se à frente na primeira parte. Aquela arrancada que deixou Witsel por terra é um excelente exemplo da sua incrível capacidade a transportar a bola.

Diogo Dalot

Chamado como recurso devido ao infortúnio de Cancelo, já com a equipa na Hungria, estreou-se em absoluto na Seleção A contra a França, ao entrar ao intervalo para o lugar de Nélson Semedo, e esta noite fez a estreia a titular. Ascensão vertiginosa do jovem lateral de 22 anos, que não comprometeu a defender e mostrou disponibilidade para a atacar.

Pepe e Rúben Dias

Não foi pelo eixo da defesa que Portugal oscilou a ponto de perder o jogo. Pepe e Rúben Dias bateram-se com Lukaku em cada lance e muitas vezes levaram a melhor. O central do Manchester City quase haveria de fazer a diferença lá na frente, com aquele cabeceamento já perto do fim para as mãos de Courtois. Por sua vez, o portista mostrou a alma com que defende as cores nacionais numa imagem impressionante já em cima do final, onde surge como avançado a disputar cada bola que parecia perdida.

Courtois

Decisivo como último reduto de resistência às investidas portuguesas. O guarda-redes belga fez uma série de boas defesas. A mais decisiva de todas ao cabeceamento perigoso de Rúben Dias. Logo a seguir, quando num remate de Guerreiro ele estava batido, apareceu o poste. Muito seguro.

Lukaku

Principal referência ofensiva da Bélgica, Romelu Lukaku lutou na frente muitas vezes sozinho à medida que o jogo avançava, mas nem por isso deixou de dar muito trabalho à defensiva portuguesa. O avançado do Inter de Milão na segunda parte bateu-se de forma incessante a segurar a bola e a arrancar sempre que possível, muitas vezes com muitos metros pela frente.

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