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Cromo do dia: deixou o ballet em memória do avô, e agora está no Euro


Lorenzo Pellegrini tinha argumentos para ser uma das figuras do Euro2020, mas um problema muscular afastou-o do torneio. Para o seu lugar entrou Gaetano Castrovilli, médio da Fiorentina. É o cromo do dia.

É uma espécie de Billy Elliot do futebol italiano, pela ligação que pode ser feita à personagem do filme realizado em 2000 por Stephen Daldry (depois adaptado ao teatro musical), que retrata um adolescente que combate o preconceito (inclusive em contexto familiar) para seguir a paixão pelo ballet.

«Quando era miúdo cheguei a inscrever-me no ballet. Depois morreu o meu avô, que era um grande adepto do Bari, e eu decidi ir para a escola de futebol local», contou Castrovilli, em tempos.

Gaetano foi recrutado pelo Bari pouco depois e concretizou assim o sonho do avô, ainda que a família tivesse de fazer 100 quilómetros para o levar ao treino.

Chegou à equipa principal e depois foi contratado pela Fiorentina. Após duas épocas cedido à Cremonese lá conseguiu afirmar-se em Florença,

Dez anos depois, dança no relvado. Elegante e tecnicamente evoluído, tem indiscutível habilidade, mas ainda tem de provar que se consegue afirmar a nível internacional.

O Euro2020 é uma oportunidade, embora seja óbvio que não está entre as primeiras escolhas de Roberto Mancini.

Este texto foi baseado no perfil de Gaetano Castrovilli que pode ler no dossier dedicado à seleção da Itália, um dos vários conteúdos publicados no âmbito da Guardian Experts’ Network, a rede de meios de comunicação que tem o Maisfutebol como representante português, para partilha de informação relativa ao Euro 2020.



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