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VÍDEOS: a festa e o caos em tons de verde e branco até ao Marquês


Lisboa pintou-se de verde e branco para receber os novos campeões nacionais, numa noite longa, que teve alguns momentos de tensão, numa ansiedade crescente, com a demora do autocarro panorâmico que transportava os jogadores e staff que só chegou à rotunda do Marquês de Pombal, o epicentro da festa, apenas pelas 4 da manhã.

A festa começou logo após o final do jogo em que o Sporting bateu o Boavista, por volta das 22h30, com muitos adeptos no exterior do estádio, mas depois foi-se espalhando por toda a cidade, com a multidão verde e branca a deslocar-se para o centro da festa.

Por volta da meia-noite já eram milhares os adeptos que estavam em volta da estátua do Marquês, mas a espera ainda foi longa. Por motivos de segurança, a polícia optou por um trajeto diferente do que estava inicialmente previsto, mais curto, mas a verdade é que o autocarro com os campeões só deixou o Estádio de Alvalade por volta das duas da manhã.

A espera transformou-se em tensão no Marquês, principalmente junto à saída para a Avenida Fontes Pereira de Mello, com um grupo de adeptos a derrubar as baias de segurança e a arremessar garrafas contra as forças de segurança. Seguiu-se uma carga policial e viveram-se momentos de verdadeiro caos. Uma verdadeira batalha campal, com a polícia a responder ao arremesso de adeptos com o disparo de balas de borracha, com alguns adeptos a terem de receber assistência no local.

Enquanto se registavam estes incidentes, o autocarro seguia o seu trajeto, em marcha lenta, sempre rodeado por centenas de adeptos ao longo de todo o percurso, com os jogadores sempre em festa, longe de imaginar o caos que os esperava. A festa ganhou cor com a passagem do autocarro junto ao Saldanha, com um verdadeiro espetáculo de pirotécnica a homenagear os campeões.

Entretanto, a espera no Marquês continuava a transforma-se em impaciência e rebentaram novos distúrbios, agora mais junto ao lado da saída para o Parque Eduardo VII, com nova carga policial. A violência e a chuva que, entretanto, começou a cair, desmobilizou muitos adeptos, mas a festa acabou por impor-se definitivamente com a chegada dos campeões.

O autocarro deu a volta à concorrida rotunda, parou durante alguns minutos junto ao grupo de adeptos que se «portou» melhor ao longo da noite, com os jogadores sempre em festa, alheios à confusão que se vivia ali, a poucos metros. Mais pirotécnica, mais fumo verde que certamente não permitiu aos jogadores terem uma verdadeira perceção da multidão que ali estava. Em pouco mais de quinze minutos, o autocarro deu a volta e tomou o caminho de volta a Alvalade, ao mesmo tempo que a multidão desmobilizava.



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