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Jesualdo: «Este é o jogo em que vamos jogar tudo»


Com 30 pontos à entrada para a 33.ª jornada, o Boavista já só ocupa o lugar que dá acesso ao play-off de manutenção/subida com o terceiro classificado da II Liga, como está apenas dois pontos acima da despromoção direta ao escalão secundário.

Jesualdo Ferreira reconhece o momento delicado e lançou o mote na antevisão ao jogo deste sábado com o Portimonense.

«Só podemos esperar uma coisa neste jogo: conquistar os pontos necessários para podermos enfrentar a última jornada com todas as condições de atingir os nossos objetivos. Não há outra posição. Os jogadores sabem disso e a equipa está preparada para isso», disse.

O Boavista não vence há cinco jornadas e o técnico dos axadrezados reconhece que a equipa tem facilitado em alguns momentos. «Temos vindo a perder oportunidades de forma muito pouco feliz em relação àquilo que eram as nossas obrigações. Este é o jogo em que vamos jogar tudo. Se olharmos para a última partida em casa contra o Tondela [empate 1-1], tivemos todas as condições de chegar aos três pontos. Não conseguimos e neste temos de conseguir», vincou.

Jesualdo Ferreira pediu empenho, assertividade e concentração aos jogadores. «Não podemos sofrer golos como sofremos e temos de fazer os golos que têm ficado aquém. Apesar de tudo, o Boavista tem 36 golos. Isso reflete bem o espírito em relação à nossa ideia de jogo e à forma como abordamos os lances, mas há sempre um momento em que nos desequilibramos e colocamos em causa aquilo que construímos», observou, referindo-se à partida deste sábado como «uma batalha».

O treinador dos boavisteiros comentou ainda uma das polémicas mais recentes: o regresso do público aos estádios, mas só na última jornada e para apoiarem apenas as equipas que jogam em casa, situação contra a qual vários clubes já se manifestaram.

«Por razões que eu desconheço, mas estou mais ou menos a imaginar o que possa ser, como outros interesses, que não só os do futebol português, vai haver público. Tomaram uma medida que, para mim, é inaceitável e perfeitamente injusta e discriminatória. Nunca poderiam ser só algumas equipas a ter vantagem de jogar com o seu público», observou.



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