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Figura do dia: o pai viu o dedo do meio, o Euro viu um golo do meio (-campo)

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Patrik Schick foi o herói checo em Hampden Park, estádio mais antigo do Euro 2020, no encontro frente à Escócia. O avançado do Bayer Leverkusen fez dois golos, mas o golaço de chapéu, a 45 metros da baliza, bastava para ser a FIGURA DO DIA para o Maisfutebol.
 

 

Foi, indiscutivelmente, um dos melhores golos de todos os tempos em fases finais de Europeus. Porém, o caminho do atacante até esta tarde de glória não foi sempre linear.

Quando era miúdo, Schick detestava ter o pai na bancada a assistir aos seus jogos. «Ele vivia demasiado os meus jogos e quando eu fazia asneiras olhava para ele e via-o com as mãos a tapar a cara», contou um dia. «Isso deixava-me nervoso. Com 12 anos joguei um torneio pelo Sparta e a dada altura ouvi o meu pai a gritar-me qualquer coisa. Virei-me para ele e mostrei-lhe o dedo do meio», contou um dia.

A vida de Patrik mudou em 2016 quando se transferiu do Sparta de Praga para a Sampdoria por quatro milhões de euros. A transferência para a Serie A, primeiro para Génova e depois para Roma, foi complicada para o ponta de lança que teve se adaptar ao estatuto de super estrela – os fãs italianos atiravam-se para cima do seu carro quando tinha de parar nos semáforos. 

À sua maneira, Schick traçou o caminho até ao topo e certamente já deve ter o perdão do seu pai pela obra de arte desta segunda-feira. 

Este texto foi baseado no perfil de Patrik Schick que pode ler no dossier dedicado à seleção da República Checa, um dos vários conteúdos publicados no âmbito da Guardian Experts’ Network, a rede de meios de comunicação que tem o Maisfutebol como representante português, para partilha de informação relativa ao Euro 2020.

 

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