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Figura do dia: Jorginho viveu num mosteiro e encheu Roma de futebol

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Foi o jogador com mais interceções (quatro), com mais recuperações de bola (seis) e tackles (três) feitos no Itália-Turquia. Mas o futebol de Jorginho é feito de muito mais do que números. A inteligência, por exemplo, desempenha um papel principal.

É a inteligência que permite a Jorginho estar sempre bem colocado e encontrar as melhores linhas de passe. Não admira que tenha acabado o jogo com 94 por cento de acerto nesse item do jogo – dados da Squawka

Jorginho não foi um dos marcadores da partida, não esteve diretamente ligado a nenhum desses três momentos, mas encheu de futebol o relvado do Olímpico de Roma. É a figura do dia. E tanto mudou na vida do rapaz nascido em Ibitumba, no estado brasileiro de Santa Catarina. 

Aos 16 anos. Jorginho vivia num mosteiro que estava associado ao Hellas Verona. «Partilhava o quarto com mais cinco jogadores e ganhava 20 euros por semana», lembrou.

Nasceu no Brasil, onde aprendeu a jogar futebol com a mãe, que jogou em campeonatos amadores até aos 45 anos. «Era ela que me levava aos treinos, ou que pegava numa bola e dizia para irmos jogar».

Jorginho acabou por optar por Itália. É um mestre do futebol a dois toques. Um ‘playmaker’ natural, que desenvolveu uma técnica invulgar para cobrar penáltis, com uma passada lenta e um salto.

Este texto foi baseado no perfil de Jorginho que pode ler no dossier dedicado à seleção da Itália, um dos vários conteúdos publicados no âmbito da Guardian Experts’ Network, a rede de meios de comunicação que tem o Maisfutebol como representante português, para partilha de informação relativa ao Euro 2020.



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