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Figura do dia: a mãe até inventava consultas para ele ir jogar

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O desporto, e o futebol em particular, são quase sempre encarados como um sonho para muitas crianças, mas não a prioridade para os pais, cientes da dificuldade que é vingar no meio.

Mas esse não foi o caso de Andreas Christensen, talvez pela tradição familiar no futebol… que até a mãe contagiou.

O tio-avô, Kurt, jogou na Lazio, enquanto que o pai, Sten, foi guarda-redes do Brondby e inspirou Andreas a tornar-se futebolista. O apoio familiar foi tal que a mãe chegou a dizer na escola que o filho ia ao médico, quando, na verdade, ia jogar futebol.

O pai chegou a treiná-lo, e Andreas recorda que, a dada altura, Sten começou a gritar mais com ele: «Tudo conduziu ao ponto em que estamos agora, por isso estou grato, mas na altura pensei que ele devia relaxar um bocado», confessaria mais tarde.

Embora tenha apenas 25 anos, é um jogador já com muita experiência, que se tornou titular do Chelsea após a chegada de Thomas Tuchel, terminando a época como vencedor da Liga dos Campeões.

Nesta segunda-feira, foi eleito o melhor em campo no jogo que valeu o apuramento da Dinamarca para os oitavos de final do Europeu, marcando um golaço que irá figurar, certamente, nos melhores da competição.

Nos festejos, não se esqueceu do amigo Eriksen, fazendo o 10 do médio com as duas mãos.

Este texto foi baseado no perfil de Andreas Christensen que pode ler no dossier dedicado à seleção da Dinamarca, um dos vários conteúdos publicados no âmbito da Guardian Experts’ Network, a rede de meios de comunicação que tem o Maisfutebol como representante português, para partilha de informação relativa ao Euro 2020.

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