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Euro 2020: Portugal-Alemanha, 2-4 (destaques)

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Figura: Robin Gosens

Era difícil não brilhar com todo o tempo e espaço concedido pelo adversário. O jogador da Atalanta beneficiou muito da forma como a Alemanha atacou – sempre à procura das costas de Semedo – e fartou-se de oferecer situações de golo. Além de um remate perigoso, Gosens provocou o autogolo de Rúben Dias e depois iniciou a jogada que resultou na reviravolta germânica. Atenção, só estavam cumpridos 45 minutos. Na segunda parte o esquerdino completou o «show» com nova assistência para Havertz e com um golo em antecipação a Rafa. Esta foi a tarde em Portugal fez Gosens (em pequeno sonhava ser polícia) parecer o melhor lateral-esquerdo do Euro 2020 – sem descurar a sua qualidade.

Momento: seleção nacional desperdiça uma segunda vida, minuto 50

Portugal voltou para a segunda parte sem soluções para travar as incursões de Gosens pela esquerda. Fernando Santos deixou Bernardo no balneário e introduziu Renato Sanches, mas os erros continuaram a ser os mesmos. Foi, por isso, sem surpresa que Havertz arrastou Nelson Semedo e abriu espaço para o passe entrar em Gosens. O lateral alemão serviu o jovem colega que bateu Patrício. Tudo fácil, tudo simples. 

Outros destaques:

Kai Havertz: o jovem de Mariadorf começou o jogo muito rezingão, parecia quase que frustrado. Levou, inclusive, a primeira assobiadela do público afeto à Alemanha. A atitude do público foi um despertar para o jogador do Chelsea que começou a dar-se ao jogo e a aparecer nas costas dos médios portugueses. Havertz forçou o erro de Rúben Dias no autogolo, esteve na jogada do  2-1 e marcou o 3-1. Soltou, por fim, o génio que a Alemanha tanto precisava. 

Cristiano Ronaldo: é absolutamente ridículo o que continua a fazer aos 36 anos. Uma barbaridade. Em escassos segundos, o capitão de Portugal fez um «sprint» de uma área à outra para aproveitar o passe de Diogo Jota. Ronaldo retribuiu a Diogo Jota a assistência para o primeiro golo e ofereceu-lhe o 4-2 a favor do campeão europeu. Disse «Siiiiiiiiii» quando teve oportunidade, portanto, não se lhe pode apontar nada. 

Renato Sanches: 45 minutos serviram para mostrar que é, provavelmente, o médio português em melhor forma. Depois da boa entrada contra a Hungria, Renato Sanches repetiu a dose contra a Alemanha e teve o mérito de nunca se esconder numa altura em que Portugal estava a ser goleado. O médio do Lille fez uso da velocidade que tem e da capacidade para progredir em condução e esteve perto de fazer um golaço, mas acertou no ferro. Em suma, uma exibição a provar que merece um lugar na equipa inicial. 

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