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«Estive oito meses na tropa, mas vestir a camisola da Seleção toca mais»

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Internacional por 22 vezes – com cinco golos marcados –, Pedro Barbosa assume que representar a Seleção Nacional é o patamar mais alto a que um futebolista pode aspirar.

Em entrevista à TVI, o antigo capitão do Sporting nomeou ainda os dois jogos que fez pela equipa das quinas que o mais o marcaram.

«Eu tenho dois jogos que me marcam. Um em 1995, era jogador do V. Guimarães, e faço um dos golos da minha carreira na Holanda. E o outro é o Alemanha-Portugal em 1997, que tem a história da expulsão do Rui Costa. Fizemos um bom jogo, marquei um golo, o Rui é expulso, e como tem uma série de situações, é o jogo que mais me marca. Se tem corrido bem íamos ao Mundial de França, eles empataram a dez minutos do fim e acabámos por não atingir o objetivo», afirmou.

«Ser chamado à Seleção é o mais alto patamar que um jogador atinge ou quer atingir. Quando representas o teu país é extraordinário, um orgulho tremendo. Entre o jurar bandeira ou vestir a camisola da seleção, o que toca mais no coração? Claramente vestir a camisola da seleção, estive oito meses na tropa, é verdade que jurei bandeira, mas quando estás em campo e com o hino a tocar parece que temos um país connosco. Não há melhor sensação», disse ainda.

Depois, Barbosa recordou o Mundial 2002, competição na qual Portugal não passou da fase de grupos: «No final desse Mundial, tinha sido até então a maior frustração da minha carreira. Tínhamos uma seleção fantástica, madura, de muita qualidade. Tínhamos claramente obrigação de passar a fase de grupos, e as coisas correram muito mal em termos de resultados. Entre o grupo, o ambiente era extraordinário.»

«Mundial 2002 mal digerido. Uma coisa é quando não tens qualidade. Mas aquela seleção tinha muita qualidade, desde a baliza até ao ataque. Quando percebes que por culpa própria não tivemos a capacidade para passar a fase de grupos, fica um sabor muito amargo», prosseguiu.

O ex-médio terminou a carreira há 16 anos, e assume que tem muitas saudades de ser futebolista: «Sim, muitas saudades. Não há melhor profissão do que ser jogador de futebol. Fazes o que gostas, jogas em estádios cheios, com o público a vibrar. É um jogo de emoções. Foi extraordinário jogar futebol. Um período maravilhoso. Tenho pena que isto não possa durar até aos 65 anos, não nos deixam.»

A terminar, Pedro Barbosa não se mostrou assustado com o grupo de Portugal no Euro 2020 – Alemanha, França e Hungria –, até porque passam três seleções à fase seguinte.

«Grupo assusta, mas passam três. Em 2016 passámos em terceiro por causa de um golo, e fomos pelo caminho mais acessível. É certo que o grupo é muito forte, mas se Portugal passar depois talvez as coisas possam ser mais fáceis», atirou.

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